Na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, os alunos do CAA (Centro de Apoio à Aprendizagem) tiveram a oportunidade de participar na sessão «Vamos pintar... Ferreira de Castro». Este desafio, dinamizado por Sofia Paulino, envolveu 20 crianças com deficiência. Todas, sem exceção, revelaram um excelente Saber Estar, Saber Ser e Saber Fazer, demonstrando empenho, criatividade e espírito de colaboração ao longo da atividade. Os alunos tiveram ainda a oportunidade de conhecer os diferentes espaços através de uma visita guiada, ouvir uma história, brincar, desenhar e, acima de tudo, viver esta experiência de forma enriquecedora e significativa. Cada momento contribuiu para estimular a imaginação, promover a inclusão e reforçar o gosto pela leitura e pela descoberta, num ambiente acolhedor e inspirador.
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terça-feira, 21 de abril de 2026
Contadeiras de histórias
Uma atividade integrada na Semana da Leitura contou com a presença de Sofia Paulino, que dinamizou a sessão «Contos ao Vento». Esta iniciativa conciliou a leitura com as artes e a imaginação, proporcionando aos alunos a oportunidade de dar asas à criatividade. Os alunos do 3º G da EB da Alumieira, a partir de materiais simples e recicláveis, criaram a sua própria “contadeira de histórias”, inspirados na obra da autora.
Miúdos a Votos
O Agrupamento de Escolas de Loureiro esteve representado no debate «Miúdos a Votos», realizado na Biblioteca Municipal de Oliveira de Azeméis, por quatro alunos do 3.º ano da EB1 de Travanca. Em representação do Agrupamento, os alunos participaram ativamente no debate, defendendo os seus livros de forma coerente e decidida. Demonstraram a importância da leitura e o poder da argumentação, conseguindo transmitir a sua mensagem e cativar novos leitores.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Do 1º para o 2º Ciclo. Um passo gigante!
No dia 10 de março, na Biblioteca de AELPB, realizou-se o acolhimento dos alunos do 4.º ano com o intuito de os ajudar a refletir sobre o passo importante que irão dar ao entrar no 5.º ano. Este momento teve como objetivo motivá-los e incentivá-los a assumir compromissos consigo próprios e com as suas aprendizagens, para que possam crescer com responsabilidade e confiança, caminhando para um percurso escolar feliz e cheio de conquistas.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Fios que contam, fios que pensam
Comemorando o Dia de S. Valentim, a estratégia foi a leitura da história «O Fio que Nos Liga».
Nesta Hora do Conto, as crianças são convidadas a compreender que este não é apenas o “dia dos namorados”, nem sequer apenas o “dia dos afetos”. O carinho, o respeito, a amizade e o cuidado não pertencem a uma data do calendário — devem ser vividos todos os dias.
A história recorda-nos que existem fios invisíveis que nos ligam uns aos outros simplesmente porque somos seres humanos. Fios de respeito, de empatia, de responsabilidade e de justiça.
Reconhecer esses fios é também aprender que temos uma obrigação para com o outro: ouvir, cuidar, respeitar e dizer “sim” ao que une e “não” ao que magoa ou exclui.
Assim, esta leitura transforma o Dia de S. Valentim num momento de reflexão sobre o que nos liga enquanto pessoas — não por amor romântico, mas por humanidade partilhada.
Fios que Contam, Fios que Pensam
Quando as Histórias Aprendem a Pensar
O desafio, enquanto professora bibliotecária, é fazer da Hora do Conto não apenas um momento para contar uma história e divertir os meninos, mas ser um espaço de encontro, escuta e pensamento. O fio da Hora do Conto entrelaça-se com o fio da Filosofia para Crianças quando a história deixa de ser apenas narrada e passa a ser pensada.
O livro «A História do Não» e o livro «Por que os animais não conduzem?» ajudam -nos a pensar o mundo de hoje.
No livro «Por que os animais não conduzem?», os animais deste tomam decisões, erram caminhos ou dizem “sim” e “não”, as crianças são chamadas a fazer o mesmo — não na estrada, mas no pensamento. O que é justo? O que é correto? Quem é responsável? Porque é que precisamos de regras? Assim, a história transforma-se num espaço seguro onde cada criança pode questionar, ouvir o outro e construir respostas com respeito, justiça e lealdade. Pensar juntos é, afinal, aprender a viver juntos. Tal como nas estradas deste livro, também no mundo de hoje a sociedade precisa de regras para não se transformar numa selva. As eleições são como encruzilhadas: cada escolha leva-nos por um caminho diferente. O Presidente, tal como um condutor responsável, não conduz sozinho — guia, dá o exemplo e respeita os sinais que protegem todos. Mas nenhuma viagem é segura se os passageiros fecharem os olhos. Cada cidadão tem um papel essencial: saber quando dizer “sim”, com compromisso e lealdade, e quando dizer “não”, com coragem e sentido de justiça. Porque escolher é mais do que votar — é assumir responsabilidade pelo caminho que queremos seguir juntos.
No livro «A História do Não» recorda-nos que aprender a escolher, desde cedo, é aprender a ser cidadão. Através das personagens e das suas escolhas, as crianças são convidadas a observar, questionar e dialogar. O conto torna-se um ponto de partida para pensar o mundo, compreender o outro e refletir sobre valores como justiça, responsabilidade, lealdade e respeito. Mais do que ouvir, as crianças participam: aprendem a dizer “sim” quando algo é justo e “não” quando algo não está certo. Aprendem que pensar também é uma forma de agir. Assim, a Hora do Conto transforma-se num exercício de cidadania, onde imaginar, sentir e pensar caminham juntos. Tal como na narrativa, também a nossa sociedade vive rodeada de escolhas. As eleições são momentos decisivos em que todos somos chamados a responder — não apenas com um voto, mas com consciência. O Presidente, mais do que alguém que decide, é alguém que representa, orienta e protege o bem comum. Tal como numa estrada partilhada, a sua função não é avançar sozinho, mas garantir que o caminho é seguro para todos, respeitando regras, limites e valores. No entanto, nenhuma democracia funciona se os cidadãos ficarem em silêncio. Cada um de nós tem o dever de saber dizer “sim” quando algo é justo, verdadeiro e necessário, e de dizer “não” quando algo ameaça a dignidade, a justiça ou o bem coletivo. Dizer “não” não é recusar por capricho — é um ato de lealdade aos valores que sustentam a vida em comunidade. É escolher com responsabilidade o caminho que queremos seguir juntos.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Quinta Sessão. Clube de Leitura- Descobertas além da sala de aulas- Loureiro
Esta sessão foi desenvolvida na biblioteca da EB2/3 Dr. José Pereira Tavares. Uma atividade de Promoção da Leitura com os alunos dos quintos e sextos anos.
«Liberta e descobre um poema» com diversificados objetivos, como promover o gosto pela leitura e pela poesia, desenvolver a curiosidade literária, estimular a leitura autónoma e o contacto com diferentes autores e tornar a leitura uma experiência lúdica e surpreendente.
Ao som de músicas portuguesas dos Quatro e Meia e dos Vizinhos, os alunos perceberam que muitas das letras das canções que cantam são, afinal, poemas. Descobriram que já sabem cantar poesia; agora falta apenas lê-la.
De seguida, os alunos retiraram poemas enrolados e presos no interior de uma gaiola. Ao desenrolarem cada poema, encontraram uma pista que os orientava para o livro de onde tinha sido retirado. O desafio seguinte consistia em descobrir, no livro, o poema “libertado”.
Ao longo da atividade, realizaram-se várias leituras: ora a pares, ora em coro, ora a cantar, ora a chorar, ora a gritar de zangados, explorando diferentes emoções e formas de expressão. A poesia ganhou voz, corpo e sentimento, transformando-se numa experiência viva e partilhada.





















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